10000 Anos Depois Entre Vénus e Marte, de José Cid, é um álbum de Rock progressivo, uma Ópera rock e também um dos poucos álbuns de Rock espacial em Portugal, editada pela Orfeu / Arnaldo Trindade em 1978. Embora pouco conhecido no seu país de origem, tem sido bastante mais aclamado no resto do mundo, chegando mesmo a ser incluído numa lista de 100 melhores álbuns de rock progressivo de todo o mundo de todos os tempos, numa lista organizada por uma revista inglesa.
Gravado em 1977, o álbum 10.000 anos depois entre Vénus e Marte é um marco na história do rock progressivo, tendo sido incluído pela revista Billboard numa lista de 100 melhores álbuns deste género do mundo. Também a Sputink Music Magazine UK, especializada em rock progressivo, o coloca entre os melhores de sempre.
Dias 23 e 24 | 14h30 – Sessões para Escolas do ensino secundário mediante inscrição pelo telefone 284 315 090 ou carmen.santos@cm-beja.pt
Quatro histórias, que se entrelaçam numa peça em que os espectadores de hoje podem ter acesso privilegiado à experiência vivida por muitas portuguesas e portugueses nas mãos da PIDE/DGS durante os anos da ditadura. Uma profunda reflexão sobre a resistência, o medo, a humilhação, a dor e a dignidade do ser humano. É esta a proposta que fazemos ao público dos nossos dias, às novas gerações que provavelmente terão dificuldades em compreender a brutal dimensão da nossa história recente. Mas que é tão importante que o façam, nestes tempos de democracia em perigo!
Duas mulheres e três homens - Georgina, Conceição, Manuel, Luís e Domingos, transitam durante sessenta minutos ante os nossos olhos. Não são personagens teatrais, são personagens reais que testemunham através do corpo, da voz e da emoção de um ator, experiências por elas vividas e que nos chamam a atenção para a importância dos ideais, das convicções e da família.
No Limite da Dor é uma peça que pretende dar a conhecer e suscitar o debate sobre as situações colocadas pelas personagens. São, sem dúvida, dados importantes para que possamos preservar uma memória coletiva sobre os acontecimentos desumanos vividos pelo povo português durante a ditadura salazarista.
Ficha Técnica
A partir do Livro "No Limite da Dor" de Ana Aranha e Carlos Ademar
Encenação Julio César Ramirez
Interpretação António Revez
Cenografia Julio César Ramirez
Figurinos, Grafismo e Fotografia Ana Rodrigues
Banda Sonora João Nunes e participação de Fernando Pardal
Integrado no Dia da Francofonia | Alliance Française de Beja
Realizador Nicolas Bedos
Com Pierre Niney, Isabelle Adjani, François Cluzet e Marine Vacth
Ano 2022
Duração 142 minutos
Género Comédia, Romance, Crime
Origem França
Estreia em Portugal 02-03-2023
Um antigo dançarino que viu a carreira encurtada por um acidente cai sob o feitiço de Martha, uma beleza cativante que vive para a emoção de esquemas e enredos românticos.
É o início de um plano maquiavélico sob o sol quente da Riviera Francesa. Estarão os dois amantes prontos a tudo para garantir uma vida de sonho, mesmo que isso signifique sacrificar a de uma antiga estrela de cinema e de um agente imobiliário?
A criação de Ricardo Runa foi Inspirada na Obra de Henri Matisse, “La Danse”, explora através do movimento as diferentes fases da conceção da obra do Pintor Francês, iniciando com o ritmo, passando pela vida da natureza e terminando com a fluidez da água, caracterizada no quadro do Pintor, num estilo contemporâneo conjuga a Dança, a Pintura e o Canto, reimaginando uma nova versão de “La Danse”.
Ficha Técnica
Conceito/Coreografia Ricardo Runa
Desenho de Luz Ricardo Runa
Música Alva Noto + Ryuichi Sakamoto, Robert Lippock, Ori Lichtik, Swod, Barbatuques, Hauser, Billie Holiday – Strange Fruit (Interpretada na Versão de Nina Simone por Margarida Geraldes)
Bailarinas Elisa D’acciavo, Ilaria Prodomo, Julia Runa, Lucrezia Aiuto e Valentina Zordani
Integrado nas comemorações do DIA INTERNACIONAL DA MULHER
Quando me apaixonei por ti, apaixonei-me pela ideia de te ter e ainda antes de te sentir no meu ventre já te amava tanto. Tenho em ti toda a esperança todo o amor e toda a música que quero ouvir em conjunto.
O concerto para grávidas foi construído com notas de amor, que é o som mais encantador de todos. Queremos que o seu bebé usufrua de todos os benefícios de uma música construída para ele.
Venha a insistir e relaxar com este concerto criado para si e para o seu bebé.
Integrado nas comemorações do DIA INTERNACIONAL DA MULHER
Joana Machado, Marta Hugon e Mariana Norton cruzaram-se na escola do Hot Clube de Portugal, primeiro como alunas e depois como professoras.
Um dia, revisitaram os seus standards preferidos e as suas possibilidades infinitas e surgiu a vontade de voltar a casa. A casa dos músicos de jazz que é feita de compositores como Cole Porter, Irving Berlin, George Gershwin, Richard Rogers, Jerome Kern ou Harold Arlen. Acompanhadas por um trio de bateria, piano e contrabaixo, ELAS recriam o universo sempre contemporâneo dos musicais da Broadway e dos clubes de jazz de Nova Iorque, num espetáculo que é uma narrativa musical contada a três vozes.
10h30 – Sessão para Escolas do ensino secundário mediante inscrição pelo telefone 284 315 090 ou carmen.santos@cm-beja.pt
Realizador Vicente Alves do Ó
Com Rafael Morais, Ana Lopes, Lúcia Moniz, Ana Vilela da Costa, Manuela Couto, Ricardo Barbosa, Raquel Rocha Vieira, José Pimentão, Rogério Samora e Eunice Muñoz
Ano 2022
Duração 98 minutos
Género Histórico, Drama
Origem Portugal
Estreia em Portugal 26-01-2023
Amadeo Souza-Cardoso viveu, em apenas 30 anos, uma vida intensa e fulgurante. Nasce e vive em Manhufe (Amarante), veraneia em Espinho e fixa-se em Paris onde integra um extraordinário círculo de artistas modernistas que marcará a história da arte do século XX.
Com o deflagrar da Primeira Grande Guerra, Amadeo vive com a sua mulher, Lucie e cria um refúgio artístico na casa de família. É entre a sua cozinha de Manhufe, os desafios da produção de vinho na paisagem amarantina e as influências da Corporation Nouvelle, que resulta uma amálgama de referências que Amadeo transpõe para os seus quadros.
Anos antes, Amadeo está em Paris, onde, com apenas 23 anos, celebra a primeira exposição conjunta com Modigliani. Rodeado pelo seu círculo de amigos de que fazem parte Picasso, Apollinaire, Brancusi, Derain, Emmerico Nunes e Max Jacob, encontra-se no epicentro das artes do século XX.
O pintor deixa de trabalhar em 1918, quando a gripe pneumónica atinge Portugal. Em Espinho, Lucie e Graça, a sua irmã, adoecem. Amadeo dedica-se a tratá-las, acabando também ele por adoecer. Logo após a morte da irmã e Lucie recuperada, é a vez de Amadeo ser colhido pela garra da doença. Acaba por falecer no dia 25 de outubro de 1918.
ÍRIS, A menina que falava o que pensava, é uma produção para a infância.
Esta é uma menina que pensa pela sua própria cabeça. E quando a cabeça está no corpo, começa a puxar pelas palavras, e as palavras acabam por habitar o corpo e depois saem do corpo e vão colorindo a dança da fala no espaço.
Esta é uma menina que faz as suas histórias, porque nas histórias que lhe contavam não havia lugar para uma menina como ela: a menina que falava o que pensava.
Fernando Daniel, um dos artistas pop nacionais mais relevantes da atualidade, apresenta-se em Acústico, na voz, guitarra e piano, acompanhado por dois elementos da sua habitual banda: Fernando Mendoza nos teclados e programações e Ivo Magalhães na guitarra.
Nestes concertos acústicos, para além das canções do seu último álbum “Presente, não vão faltar hits incontornáveis como “Espera”, “Voltas” ou “Nada Mais” e algumas canções daquele que será o seu terceiro álbum de originais, com lançamento previsto para o primeiro semestre de 2023, como o seu mais recente single “Prometo”, um hino à paternidade / maternidade que Fernando Daniel lançou no dia do primeiro aniversário da sua filha.
Desde 2018, Fernando Daniel foi construindo o caminho para se afirmar como um dos artistas pop mais bem-sucedidos em Portugal, com 2 discos de ouro, 4 singles de ouro, 3 singles de platina, 2 singles de dupla platina, 400 milhões de streams e mais de 250 concertos, todos eles seguidos por multidões que puderam testemunhar todo o poder vocal de Fernando Daniel e a energia contagiante de toda a banda em palco. Recebeu ainda em 2019 e 2020 o prémio Best Portuguese Act nos MTV Europe Music Awards, que distingue os artistas que mais se destacaram ao longo do ano pela sua qualidade e popularidade musical; no início de 2020, foi-lhe atribuída a categoria de Personalidade do Ano (Música) nos Prémios 5 Estrelas, que têm como objetivo ajudar os consumidores a identificar o melhor que existe no mercado a todos os níveis. Igualmente em 2020, esteve nomeado na segunda edição dos Prémios PLAY, os Prémios da Música Portuguesa, na categoria de Melhor Artista Masculino.
Entrada Gratuita mediante levantamento de bilhete - M6
Apresentação do projeto “Xaroco – Magazine Cultural” e exibição do episódio piloto.
O magazine cultural Xaroco é dedicado aos artistas que vivem no Alentejo e que desenvolvem nesse território as suas artes para o mundo. Através das vivências de cada artista aborda-se o património natural e histórico, projetos de sensibilidade ecológica, social e cultural e pequenos produtores da região.
Neste primeiro episódio convidámos o contador de histórias bejense, Jorge Serafim, para partilhar o seu trabalho artístico e a sua visão sobre os ventos futuros do Alentejo.
A busca do som. Chegamos a uma certa altura da vida que a busca dos sons para fazer discos começa a ser pouco produtiva. Nada nos enche. Nada nos diz... Um novo som é uma folha em branco. É a partir de ali que tudo se desenha.
Dos estímulos que menos esperamos saem respostas. Como o filme “A Grande Belleza” de Paolo Sorrentino que começa com um coro de nove vozes, que alimentam os quotidianos de tantas vidas. Como se as vozes conduzissem a banda sonora daquilo que fazemos, daquilo que somos... E se a raiz desse som que buscamos fosse o ser humano... A voz. As vozes.
A folha em branco encontrada. Um coro de um lado, ou no núcleo da folha...
As múltiplas vozes dão a forma, o conteúdo, a mensagem. A outra voz, da Sónia por cima de tudo. As letras em Português.
As vozes que fazem melodia, harmonia e ritmo e que dizem palavras.
Carregam e elevam o sentido de cada frase...
A vida é feita de contrastes, de coisas certas e erradas, de momentos bons e maus, de dias e noites. . . E depois do veludo da parte humana, o contraste... O áspero da eletrónica. Crua, rude, cruel.
O Coral nasce deste encontro. Desta folha em branco que sempre foi a busca do som. O disco saiu sem aviso. Saiu-nos de dentro. Não estávamos à espera.
O músico de hoje tem de seguir instintos, mas sobretudo respeitar os impulsos. Nada se organiza com tempo. As coisas saem. Ou se aproveitam, ou não. A digressão deste Coral é um desses momentos. Únicos, que nos saem de dentro sem aviso... O nosso impulso, fazer os concertos certos, nos locais certos. Será sobretudo por respeito àquilo que não se prevê, os nossos impulsos. Ou se aproveita ou não. Por detrás da cortina de cada teatro e auditório, um coro que enche o palco, e os Gift. Uns agarrados às letras, outros agarrados ao laboratório rude da eletrónica. Coral ao vivo é sobretudo uma celebração. Da vida. Do impulso. De estarmos ainda aqui a seguir aquilo que não se vê, o nosso instinto.
Nuno Gonçalves – The Gift
Ficha Técnica
*The Gift *
Sónia Tavares Voz
Nuno Gonçalves Teclados
John Gonçalves Teclados
Miguel Ribeiro Teclados
*Coro*
Manuel Rebelo | Catarina Rebelo | Bianca Varela | Miguel Carvalho | Rita Meireles | Henrique Coelho | Martim Líbano Monteiro | Mateus Líbano Monteiro | Sérgio Fontão | Rui Miranda | Luis Beirão | Filipe Teixeira | Carolina Saldanha | Maria Castanheira | Isabel Fernandes | Sofia David | Catarina Brown | Lia Frusoni | Tomás Aragão | Nuno Pimenta
A partir de “Ficheiros Secretos”, o livro que lançou em 2021, Luís Osório convoca para palco fantasmas e memórias de personagens que marcaram a história recente de Portugal.
Álvaro Cunhal, Mário Soares, José Saramago, Amália Rodrigues, Francisco Sá Carneiro, Jorge Sampaio e tantos outros que, na hora e meia do espetáculo, serão convocados numa interpelação direta com o público e a memória.
O palco transforma-se, com a ajuda de uma cenografia depurada e minimalista, num lugar em que as pessoas poderão encontrar motivos para rir e chorar, para se comover e indignar.
Luís Osório não é um ator.
Mas a sua voz transporta-nos quase como se o fosse – afinal, o que se pretende é o regresso a uma certa pureza do que é o teatro enquanto espaço de passagem de memória através das histórias que passam de uns para outros. É disso que se trata, uma homenagem ou um regresso à ligação do palco com a tradição oral.
Cada espetáculo terá um alinhamento diferente.
E três convidados especiais que serão chamados por Luís Osório em três momentos de “Ficheiros Secretos”. São três convidados especiais e que se enquadram na história da cidade ou da vila em que o monólogo é representado.
Tuna da Escola Superior de Enfermagem de São João de Deus
Tuna Académica da Escola Superior de Gestão e Tecnologia de Santarém
O FTEnfAl é o Festival de Tunas de Enfermagem do Alentejo organizado pela TAEB, Tuna Académica de Enfermagem de Beja.
A TAEB nasceu há 20 anos, sendo a primeira tuna mista da Muy Nobre cidade de Beja, com audácia e alegria, desde então a tuna tem vindo a pisar palcos nas mais diversas regiões do país, desde Norte a Sul e até as ilhas, representando sempre a cidade de Beja e o IPBeja da melhor forma possível e com distinção. Tem como principal objetivo a promoção da música portuguesa de cariz académico, bem como o convívio entre as tunas participantes, organização e público em geral, assim como dar a conhecer a cidade de Beja e tradições da região, apesar de inicialmente ter sido um festival que contava apenas com a participação de tunas de enfermagem, atualmente é alargado a tunas convidadas de qualquer curso/escola do país. Desta forma em 2023 a TAEB tem o prazer de apresentar a XII edição do FTEnfAl com o tema "desenhos animados", prometendo momentos de alegria, musicalidade e muito espírito tunante.
Mafalda Creative é atualmente uma das maiores Youtubers e um fenómeno do entretenimento a nível nacional.
Depois do irrefutável sucesso da estreia “Rainha da Net - Ao Vivo”, com todas as sessões esgotadas em Lisboa e Porto, Mafalda Creative prepara-se para percorrer as principais cidades do país, prometendo aos fãs, um formato nunca antes visto. "Rainha da Net - Ao Vivo" foi a estreia de Mafalda Creative nos palcos, tendo esgotado duas sessões no Capitólio em Lisboa, em menos de 48h e na Super Bock Arena no Porto, na primeira semana.
Um formato disruptivo, em que o stand up comedy ganha uma nova dimensão, aliando-se à música e a momentos de interação e participação do público e convidados de renome, recorrendo a uma forte componente luz e imagem, sempre no registo de proximidade e humor que lhe é tão característico.
Com mais de 500 mil subscritores no Youtube, mais de 315 mil seguidores no Instagram e mais de 700 mil seguidores no TikTok, a jovem de 23 anos já conta com 2 Nickelodean Kid´s Choice Awards (2019 e 2021) e 3 Thumb Media Play Awards, nas categorias de revelação (2018) e entretenimento (2019 e 2021).
Para além do sucesso digital, Mafalda revelou-se também um sucesso como autora com o lançamento do seu primeiro livro “Uma Adolescente à Beira de Um Ataque de Nervos”, ultrapassando as 10 mil cópias vendidas.
Além de criadora, guionista, actriz, produtora e realizadora, é também empreendedora e responsável pelo sucesso da sua própria linha de merchandising.
No Youtube já alcançou por várias vezes os lugares cimeiros das tendências, sendo que o seu conteúdo de maior sucesso “Rainha da Net” foi o vídeo mais popular de 2019, alcançando 1 milhão de visualizações em menos de uma semana e chegando ao top 3 da tabela de tendências do Brasil.
Após o enorme sucesso como criadora de conteúdo, a jovem planeia agora transportar esse sucesso para alguns dos palcos mais emblemáticos de Portugal.
É com tristeza que comunicamos o cancelamento do concerto em beneficência da causa ‘O nosso Gonçalinho’.
Apesar dos vários esforços por parte da Zarcos para a realização desta ação, a mesma não foi possível de se manter dada a baixa afluência de bilheteira, não restando outra opção se não o seu cancelamento.
Assim, a quem comprou bilhete, pedimos desculpa pela situação. Para solicitar a devolução do valor do bilhete, independentemente do local onde foi adquirido, deverá dirigir-se à bilheteira do Pax Julia – Teatro Municipal ou contatar pelo telefone 284 315 090. O pedido de devolução deverá ser feito até ao dia 11 de fevereiro, inclusive. A quem não pretender a devolução o valor será entregue na sua totalidade à causa ‘O nosso Gonçalinho.
Muito obrigado a todos pela compreensão.
A receita reverte na íntegra para a causa 'O Nosso Gonçalinho'
Os bilhetes já adquiridos são válidos para a nova data.
Artistas
Carlos Filipe
Fernando Tordo Jorge Cruz
Virgem Suta
Org. Zarcos – Associação de Músicos de Beja
Apoios Câmara Municipal de Beja | Cocas Produções | Primus Cafetaria
TEMAS, é o mais recente espetáculo de Gilmário Vemba, que nos promete surpreender!
Ao longo de um ano, Gilmário irá apresentar-nos um espetáculo completamente novo todas as semanas. Família, Guerra, Supermercados, Heróis, Invasões Alien, e tantos mais; são só algumas das coisas que iremos puder ouvir neste novo espetáculo.
Não Vais Entrar?, a nova criação teatral de Mariana Fonseca, parte de um diálogo entre os trabalhos de Valter Vinagre e de Jaime Rocha. Num ambiente próprio de um peepshow, por uma frincha, somos convidados a escutar discursos paralelos à prostituição e a refletir sobre corpos-máquina; abrigos-mãe; condições, direitos e valores femininos. Não Vais Entrar? engloba três diferentes performances que se servem de linguajares singulares para proporcionar uma experiência efémera, mas multifacetada.
Ficha Técnica
Encenação, Dramaturgia e Cenografia Mariana Fonseca
Desenho de luz Janaina Gonçalves
Figurinos Mariana Fonseca
Música e Som João Gamory
Vídeo Ricardo Reis
Produção Bernardo Peixoto
Apoio à criação Sofia Soromenho
Consultoria artística Jaime Rocha e Valter Vinagre
Assistência de cenografia Pedro Silva
Direção de movimento Rafael Barreto
Interpretação Mariana Fonseca
Desenho digital Vítor Ferreira
Fotografia Valter Vinagre
Co-produção YEP [Young Emerging Performers], uma parceria entre Rua das Gaivotas 6/ Teatro Praga e O Espaço do Tempo
Agradecimentos Companhia Lugar Comum / Born2Fail Project
Dulce Pontes é incontornavelmente uma das melhores vozes do panorama musical português, destacando-se pela versatilidade da sua voz e pela emoção que transmite em cada canção que interpreta. É, por isso, com grande orgulho que anunciamos que a artista está de regresso à Universal Music Portugal para um novo projeto discográfico, a ser lançado em 2022. Um regresso 18 anos depois de ter editado pela Universal Music Portugal o disco Focus, de 2003.
Dulce Pontes é ainda hoje uma das artistas mais internacionais de Portugal. Ao longo da sua carreira soube cruzar fronteiras de diversos géneros musicais, em colaborações com artistas internacionais como Andrea Bocelli (O Mar e Tu, um dueto cantado em português por Dulce Pontes e em napolitano por Bocelli, no álbum Sogno, de 1999), Ennio Morricone (com quem também atuou ao vivo, em digressão), Cesária Évora, Caetano Veloso, Marisa Monte, Estrella Morente, Carlos Núñez, Giorgos Dalaras, Stefanos Korkolis, Waldemar Bastos ou Eleftheria Arvanitaki.
Também já atuou em salas de renome mundial como o Royal Albert Hall, em Londres, o Carnegie Hall, em Nova Iorque, a Arena de Verona, o Auditorium Parco della Musica, em Roma, o Palácio Mazda de Milão, o Palácio de Congresso de Paris ou o Fórum Internacional de Tóquio. A cantora chegou ainda a atuar ao lado de José Carreras na abertura oficial da eleição das novas 7 Maravilhas do Mundo, tendo interpretado juntos o tema One World, da sua autoria.
Dulce Pontes desafiou o reconhecido músico cubano Yelsy Heredia, um dos contrabaixistas mais prestigiosos da atualidade, nomeado para um Grammy Latino, para a coprodução, lado a lado, deste novo projeto, que se revela um trabalho de grande versatilidade e com uma marca visivelmente contemporânea. Este será o seu primeiro álbum em quatro anos, desde Peregrinação, editado em 2017.
Ananin Ananão é o nome do primeiro tema e também do primeiro disco a solo do músico bejense João Paulo (grupo Adiafa).
Depois de todo o longo e continuo percurso musical integrando vários projetos como “Adiafa”, “Baile Popular” (João Gil), entre outros, e participações em diversos discos como “Cabeças no Ar” (com Rui Veloso, Jorge Palma, João Gil e Tim), “Avis
Rara” (Gaiteiros de Lisboa), Jorge Vadio, entre outros, João Paulo lança agora o seu primeiro trabalho a solo com edição de autor.
Ananin Ananão é um disco de música Infanto-juvenil de cariz tradicional, tendo como principal componente a Viola Campaniça ou Viola do Alentejo, como também é conhecida.
Com textos originais baseados em histórias, lengalengas infantis e personagens imaginárias, João Paulo tem como principal objetivo com este projeto, a divulgação da Viola Campaniça junto da geração mais nova e desta forma contribuir para a continuidade deste instrumento tão característico do Alentejo.
Neste trabalho, o músico contou com algumas participações como a de Jorge Benvinda (Virgem Suta), João Nunes (na guitarra), Gabriel Costa (estúdio, baixo, piano, etc.), Joaquim Simões (fagote), entre outras.
Com Florbela Queiroz, Natalina José, Gonçalo Brandão, Raquel Caneca, Ricardo Miguel e Sara Inês
Festa de Natal Sénior
Sonhos em Cena apresenta a nova revista OLHA QUE DUAS, liderada pelas veteranas Florbela Queiroz e Natalina José, duas das maiores vedetas do Teatro de Revista.
Acompanhadas pelos atores/cantores Raquel Caneca e Gonçalo Brandão e dos atores Ricardo Miguel e Sara Inês, a nova revista tem esgotado todas as salas por onde tem passado.
A Revista apresenta número de crítica social e política como as APANHADAS (mulheres de banqueiros presas pelas ações dos maridos), DISSOLVIDAS (deputadas que perderam o mandato), JEJUM INEXISTENTE (um senhor obeso que aderiu a uma dieta estranha), entre muitos outros momentos de gargalhadas.
Com textos de Flávio Gil, Renato Pino e Luís Viegas a revista apresenta também a recriação de dois textos de César de Oliveira e músicas de Carlos Dionísio.
Além da graça e do riso, o fado marca presença nas jovens vozes com fados orelhudos e um bonito medley de fados antigos.
Com um guarda-roupa luxuoso e atrativas projeções, esta revista tem todos os ingredientes para honrar a história da Revista à Portuguesa.
Florbela e Natalina dão o nome à revista e é caso para dizer " Olha que duas!"
Vozes Portuguesas Paulo Oom, Pedro Bargado, Cristina Basílio e Michel Simeão
Ano 2020
Duração 92 minutos
Género Animação, Aventura
Origem India/Reino Unido/China/Canadá
Estreia em Portugal 25-03-2021
Swifty é uma raposa do ártico com o grande sonho de tornar-se um “Top Dog”, que em Taigasville, a aldeia onde vive e trabalha, é equivalente a um estatuto de celebridade.
Numa das suas saídas para fazer uma entrega num local remoto, Swifty descobre, por acidente, o plano maquiavélico de Otto para derreter e aniquilar o Ártico. Para evitar que isto aconteça, Swifty tem de agir rapidamente e reunir os seus amigos para salvar Taigasville – e o Ártico – da total destruição.
AUREA SOUL SESSIONS é um novo e contemporâneo conceito ao vivo que explora toda a paixão da artista pela Soul Music e o seu entusiasmo e capacidade vocal para interpretar grandes clássicos da Soul e Nu-Soul. Pelo palco vão desfilar grandes nomes da Soul na voz de Aurea e interpretados por uma banda de excelência, dirigida por João Gomes (Cool Hipnose, Orelha Negra, Cais Sodré Funk Connection, Space Boys, Sara Tavares, etc..).
AUREA SOUL SESSIONS – THE CHRISTMAS SHOW: Entre no espírito natalício da melhor forma e não perca este concerto inédito repleto da magia do natal! Este é o único concerto de natal inspirado pela Soul, jazz e Nu-Soul, com músicas de grandes interpretes como Aretha Franklin, Ella Fitzgerald, Marvin Gaye, Stevie Wonder, Pointer Sisters, Jackson Five, Tim Maia, entre muitos outros.
Uma boneca é abandonada no meio da rua pela sua dona, uma menina mimada, malcriada e um pouco arrogante. A boneca agora está destruída e feia e a menina não gosta dela pois não soube cuidar. Outra menina, de bom coração, encontra-a e observa que ela é linda, embora esteja estragada e muito mal cuidada. Então a menina chama o seu amigo sapateiro para ajudá-la a consertar. A boneca está como nova. Quando a menina mimada descobre que a sua boneca desprezada está novinha em folha e que a outra menina a tem entre os braços, ela imediatamente a quer de volta. Assim, abre-se um processo, no meio da rua, para decidir a quem pertence a boneca. É o sábio farrapeiro que conclui a história, fazendo o famoso teste do círculo de giz.
A história torna-se um símbolo de todas aquelas coisas que deixamos abandonadas e não lhes damos o cuidado que merecem.
Ficha Técnica
Obra original de Alfonso Sastre
Encenação Julio César Ramírez
Interpretação Clara Cunha, Inês Minor, Inês Romão e Yakelin Yera
Banda Sonora João Nunes
Cenografia Ana Rodrigues e Julio César Ramirez
Design gráfico, Figurinos, Fotografia e Construção de Cenário Ana Rodrigues
Direção Técnica Ivan Castro
Produção Executiva Vitor Alegria
Assistentes de Produção Clara Cunha, Inês Minor e Yakelin Yera
Estagiária Inês Romão
Tradução Egito Gonçalves
Agradecimento especial Casa da Cultura de Beja, Filandorra - Teatro do Nordeste, Helena Ventura e Inês Smee
Um ator secundário, cansado da rotina. Uma jovem atriz, cheia de ilusões. Uma cesta de maçãs que cai no chão e eles olham-se pela primeira vez.
A partir desse momento eles já não se vão separar. Nada irá detê-los na sua corrida imparável para o abismo do sucesso. Não haverá traição, nem vingança, nem crime a que não se comprometam para chegar ao topo, juntos.
À beira do precipício, eles vão se ver obrigados a reconstruir a história onde são protagonistas, a reinventar-se numa roda gigante sem fim. Um thriller sentimental com toques de humor negro. Um feitiço arcaico vagamente inspirado em “Macbeth” de Shakespeare. Um reflexo violento, com o “teatro às costas”, sobre a sociedade destes tempos.
Ficha Artística e Técnica
Texto Abel González Melo
Direção e Proposta Cénica Pepe Bable
Assistente de Direção Inês Minor
Intérpretes Yakelin Yera e Rey Montesinos
Direção de Arte Ana Rodrigues
Direção Técnica Ivan Castro
Produção Executiva Vitor Alegria
Assistentes de Produção Clara Cunha, Inês Romão e Henrique Maio
Apoios Município de Aljustrel e Câmara Municipal de Beja
Documentário que atravessa os contextos sociais e políticos da vida de Cesária, abordando temas como liberdade e igualdade racial e de género, ilustrados por imagens de arquivo, muitas desconhecidas, gravações originais e testemunhos de pessoas, como a neta Janete Évora e o antigo agente José da Silva, que conheceram a mulher por trás da lenda.
Desde os seus 16 anos que Geórgia ambiciona ser bombeira como o seu pai, Shawn Nolan, um capitão reformado da Corporação de Bombeiros de Nova Iorque, só que infelizmente em 1928 as mulheres não podiam ser bombeiras. Mas quando um incêndio começa a destruir os teatros da Broadway, com chamas coloridas, todos os bombeiros da cidade desaparecem misteriosamente!
O Presidente da Câmara de Nova Iorque convence Shawn a liderar uma equipa de voluntários desajeitados para investigar os fogos mágicos. Geórgia vê uma oportunidade para seguir o seu sonho! Se ela conseguir ajudar o seu pai a parar com os incêndios, vai poder cumprir o seu destino!
Ela veste-se como um homem, apresenta-se como Giorgio à equipa de bombeiros – um taxista com problemas de desmaio, um diretor extremamente indeciso e um químico tímido com medo até da sua sombra. Salvar a cidade não vai ser uma tarefa fácil!
Será preciso tudo o que a Geórgia tem para resolver o mistério, sem revelar a rapariga que está por baixo da farda, antes que a cidade fique reduzida a cinzas!
Integrado nas Comemorações do Centenário de Jorge Vieira
A Azenha é um concerto ilustrado, feito a dois pelos talentosos Filho da Mãe e Cláudia Guerreiro.
A música é assegurada pela guitarra de Filho da Mãe e a parte visual pela artista plástica Cláudia Guerreiro.
A Azenha é uma viagem sensitiva a um sítio no Alentejo, onde viveram o escultor Jorge Vieira e a escultora Noémia Cruz, na casa onde, diz-se, D. João I tinha uma amante. Fala de amores cósmicos e intuitivos em sítios a que todos pertencemos, na terra ou no espaço, de dia ou de noite, das impossibilidades do amor e das estranhas condições em que ele decide acontecer. No fim, as nossas casas são onde amamos.
O Rui e a Cláudia, amigos há 20 anos, casados há 10, juntaram-se para falar desse amor, na história de outros que acaba por ser também a sua. Inspirados nas personagens de Jorge Vieira, a guitarra de Filho da mãe casa-se com as imagens de Cláudia Guerreiro.
A Cláudia pinta, cria cenários de cor e papel, usa figuras de papel em jeito de marionetas e movimenta luz num vidro, que é filmado e projetado. A guitarra do Rui é a voz da história.
Tudo em tempo real.
SINOPSE
Onde o Sol e a Lua se conheceram. Foi no Alentejo, na Azenha. No meio da planície, no meio da trovoada e dos meteoritos. No meio da luz e da escuridão, das estrelas e dos pássaros. Daí nasceram um touro e um escorpião, apaixonados como a Lua e o Sol, sem perceberem que eram do mesmo sítio, da terra. Pode dizer-se que, a certa altura, era o Sol que andava à volta da Lua, como se o Sol fosse a Lua e a Lua a terra. Entre o Touro e o Escorpião restava a dúvida de como se resolvia isto da Lua e do Sol. O que se vê de noite não coincide com a luz dos dias e a dor dos cornos não se compara à do ferrão.
Integrado nas Comemorações do Centenário de José Saramago
A partir do universo inquieto de Saramago, nomeadamente da leitura do seu “O homem duplicado”, nasceu a ideia de que seria possível duplicar o Carlos Marques - músico, ator e narrador. Este encontrou em Pedro Luzindo - músico e comediante, a sua possível cópia.
Este encontro reflete a importância do eu, do outro e do amor em tempos de um capitalismo que nos faz perder a noção do tempo e que constantemente apela à individualidade.