ANTÓNIO ZAMBUJO - VOZ E VIOLÃO


10 Setembro - 21h00
20€ (Plateia) / 18€ (Balcão) - M6

Nascido em Beja, a 19 de setembro de 1975, António Zambujo é um dos maiores artistas, autores e intérpretes contemporâneos da música e da língua portuguesas, e um dos seus mais notáveis embaixadores no mundo.
Em ‘António Zambujo Voz e Violão’, o músico inspira-se no nome de um dos discos da sua (e da nossa) vida, ‘João Voz e Violão’, álbum de João Gilberto editado em 1999, e volta, nada acidentalmente, ao essencial.

MONÓLOGOS DA VACINA


16 Setembro - 21h00
18€ (Plateia) / 16€ (Balcão) - M12

João Baião é sinónimo de alegria, energia e boa disposição! Não se deixe enganar pelo nome, é um Monólogo que rapidamente passa a uma eletrizante sequência de diálogos, coreografias, canções e cenas recheadas de humor, temas atuais tudo envolvido numa cenografia contemporânea, pensada para adaptar-se a cada número, criando um novo espaço cénico a cada cena.
Uma autêntica explosão de luz, vídeo e dança!

Interpretação João Baião, Cristina Oliveira, Mané Ribeiro, Susana Cacela e Telmo Miranda
Corpo de Baile Catarina David, Inês Corte-Real, Leonor Rolla, Marta Nagy, David Bernardino, João Lopes, João Pataco e Nuno Milne
Duração 90 minutos

Org. B. Produções
Apoio Câmara Municipal de Beja

PEDRO ABRUNHOSA


29 Outubro - 21h00
20€ (Plateia) / 18€ (Balcão) - M6


Pedro Abrunhosa, viajante, escritor, homem de palco por excelência, é na estrada que se reencontra. Pedro Abrunhosa deixa patente a sua poderosa escrita através de canções que se juntam a tantos outros hinos, lendas, adágios a que o Autor nos habituou desde sempre.
Durante todo este período foram milhares os concertos, recintos cheios, festivais, salas esgotadas, digressões que o levaram a todo mundo. Multiplatinado em praticamente todos os discos, Pedro Abrunhosa foi distinguido com todos os prémios nacionais de relevância.
Preparado para abraçar novamente as estradas e os grandes palcos, Pedro Abrunhosa anuncia pela primeira vez, uma digressão a solo. Podemos contar com performances únicas e memoráveis, ao jeito que o Pedro Abrunhosa nos habituou ao longo da sua extensa carreira.

DULCE PONTES - Concerto Comemorativo do 94ºAniversário do Pax Julia - Teatro Municipal


17 Dezembro - 21h00
20€ (Plateia) / 17€ (Balcão) - M6

Dulce Pontes é incontornavelmente uma das melhores vozes do panorama musical português, destacando-se pela versatilidade da sua voz e pela emoção que transmite em cada canção que interpreta. É, por isso, com grande orgulho que anunciamos que a artista está de regresso à Universal Music Portugal para um novo projeto discográfico, a ser lançado em 2022. Um regresso 18 anos depois de ter editado pela Universal Music Portugal o disco Focus, de 2003.
Dulce Pontes é ainda hoje uma das artistas mais internacionais de Portugal. Ao longo da sua carreira soube cruzar fronteiras de diversos géneros musicais, em colaborações com artistas internacionais como Andrea Bocelli (O Mar e Tu, um dueto cantado em português por Dulce Pontes e em napolitano por Bocelli, no álbum Sogno, de 1999), Ennio Morricone (com quem também atuou ao vivo, em digressão), Cesária Évora, Caetano Veloso, Marisa Monte, Estrella Morente, Carlos Núñez, Giorgos Dalaras, Stefanos Korkolis, Waldemar Bastos ou Eleftheria Arvanitaki.
Também já atuou em salas de renome mundial como o Royal Albert Hall, em Londres, o Carnegie Hall, em Nova Iorque, a Arena de Verona, o Auditorium Parco della Musica, em Roma, o Palácio Mazda de Milão, o Palácio de Congresso de Paris ou o Fórum Internacional de Tóquio. A cantora chegou ainda a atuar ao lado de José Carreras na abertura oficial da eleição das novas 7 Maravilhas do Mundo, tendo interpretado juntos o tema One World, da sua autoria.
Dulce Pontes desafiou o reconhecido músico cubano Yelsy Heredia, um dos contrabaixistas mais prestigiosos da atualidade, nomeado para um Grammy Latino, para a coprodução, lado a lado, deste novo projeto, que se revela um trabalho de grande versatilidade e com uma marca visivelmente contemporânea. Este será o seu primeiro álbum em quatro anos, desde Peregrinação, editado em 2017.

A VIAGEM DE PEDRO


28 Junho - 21h00
3€ - M14

Realizador Laís Bodanzky
Com Cauã Reymond, Victoria Guerra, Rita Wainer, Luise Heyer, Francis Magee, João Lagarto, Luísa Cruz, Isac Graça, Isabél Zuaa e Celso Frateschi

Ano 2021
Duração 96 minutos
Género Drama, Histórico
Origem Brasil, Portugal
Estreia em Portugal 19-05-2022

Em 1831, D. Pedro deixa o Brasil independente rumo à Europa, a fim de preparar a luta contra o irmão Miguel pelo trono de Portugal, onde é tido como traidor. No meio do Atlântico, a bordo de uma fragata inglesa, misturam-se membros da corte, oficiais, criados e escravos, numa babel de línguas e de posições sociais. Pedro tenta reunir forças para a guerra fratricida que se aproxima, mas a doença e o medo da morte lançam-no numa espiral de delírios. Revive diversos momentos da sua vida, a infância, o casamento com Leopoldina, o romance com Domitila de Castro e imagina discussões com o irmão. Partindo de uma lacuna nos relatos históricos, Laís Bodanzky imagina esta viagem num ousado exercício de encenação histórica.

Sinopse retirada de Filmspot:
https://filmspot.pt/filme/a-viagem-de-pedro-575981/

CINE CONCERTO – Bandas Sonoras de Filmes


24 Junho - 19h00
2€ - M6

Participação:
Orquestra de Cordas e Orquestra de Sopros do CBRA

Org. Conservatório Regional do Baixo Alentejo
Apoio Câmara Municipal de Beja


 

VIAGEM MUSICAL AO CENTRO DA EUROPA - FESTIVAL TERRAS SEM SOMBRA


18 Junho - 21h30
Entrada Gratuita mediante levantamento de bilhete - M6

Piano Valentin Magyar

Valentin Magyar iniciou os estudos musicais na Rózsavölgyi Márk Alapfokú Művészeti Iskola Márk, em Balassagyarmat, na classe de Ildikó Somogyvári. Em 2013, obteve o primeiro reconhecimento profissional ao vencer o 13.º Concurso Nacional de Piano da Hungria. Entre 2013 e 2015, foi aluno de Gábor Eckhardt na Tóth Aladár Zeneiskola AMI, em Budapeste. Naquele último ano, foi admitido ingressou na prestigiada School for Exceptional Young Talents, da Zeneakadémia (Academia Liszt), onde estudou sob a orientação de Gábor Eckhardt, Imre Hargitai e Rita Wágner. Prosseguiu os estudos pianísticos, a partir de 2016, nesta instituição, tendo por mentores, entre outros, Attila Némethy e Balázs Szokolay. Tem marcado presença assídua nas masterclasses de Gábor Takács-Nagy, Ian Fountain e Zoltán Fejérvári, bem como no programa internacional “Music without Borders” (Balassagyarmat), no Festival de Música de Bozsok e na Kaposfest.
Actua com regularidade em palcos nacionais e estrangeiros (v.g., Budapest Music Center, Zeneakadémia, MÜPA Budapest, Pesti Vigadó, Klebersberg Kultúrkúria, Jókai Anna Szalon, Nemzeti Színház, Collegium Hungaricum Wien, Collegium Hungaricum Beograd).
Estreou-se na sala principal da Academia Liszt, em 2018, com o Concerto para Piano em Ré menor, de W. A. Mozart – para o qual escreveu as suas próprias cadências – com a Orquestra de Câmara Anima Musicæ. Em 2019, interpretou Rapsódia sobre um Tema de Paganini de Sergei Rachmaninoff, com a Zuglói Filharmónia, sob a direcção de Gábor Horváth.
Tem sido distinguido em vários concursos internacionais de piano. Em 2016, recebeu a Medalha da Prata do Concurso Internacional de Piano Aci Bertoncelj, em Velenje (Eslovénia). Em 2017, o 2.ª Prémio do; Concurso Internacional de Piano Bartók Béla, em Graz. Em 2018, o 1.º Prémio do Concurso Internacional de Performance, em Balassagyarmat Hungria). Em 2020, venceu o concurso de Jovens Talentos na Música Clássica, em Nova Iorque. Em 2021, ganhou o 3.º prémio do Concurso Internacional Franz Liszt, em Weimar e Bayreuth, e o Prémio Especial para a obra tardia de Liszt. 
Participa, desde 2019, no programa avançado da Chamber Academy Association, onde colabora com Zoltán Fejérvári (pianista), István Várdai (violoncelista), Kristóf Baráti (violinista), Máté Szűcs (vilolista) e Balázs Hornyák (flautista).

Org. Pedra Angular
Apoio Câmara Municipal de Beja

DIEGO EL GAVI – Apresentação do álbum Puerta del alma


15 Junho - 21h30
Entrada Gratuita mediante levantamento de bilhete - M6

Seis Cidades, Seis Workshops, Seis Concertos – Uma iniciativa do Alto Comissariado para as Migrações, I.P.

Seis cidades de Norte a Sul do país receberão os seis momentos deste circuito de inserção socio-cultural conduzido pela singular sensibilidade de Diego el Gavi. Graças à constituição de redes locais estabelecidas entre o projeto, as câmaras municipais, as escolas de música, diversas associações que trabalham com as comunidades ciganas e todas as entidades sensíveis ao tema, este ciclo irá proporcionar aulas de flamenco para instrumentistas ciganos e não ciganos, lecionadas por Diego el Gavi (cante), Paulo Croft (guitarra flamenca) e Carlos Mil Homens (cajon).

Formação
Diego el Gavi Cante
Ricardo Pinto Trompete
Victor Zamora Piano
Paulo Croft Guitarra flamenca
Leo Espinosa Baixo
Carlos Mil Homens Cajon

 

1ª E 2ª ARTE – ESPETÁCULO FINAL DO CURSO DE DANÇA DO CRBA


9 Junho - 21h00
2€ - M3

Participação especial do Coro do 9ºAno e Secundário

Org. Conservatório Regional do Baixo Alentejo
Apoio Câmara Municipal de Beja

EIFFEL


7 Junho - 21h00
3€ - M12

Realizador Martin Bourboulon
Com Romain Duris, Emma Mackey, Pierre Deladonchamps e Armande Boulanger

Ano 2021
Duração 108 minutos
Género Drama, Histórico
Origem França
Estreia em Portugal 19-05-2022

Após o sucesso da sua colaboração com o escultor Auguste Bartholdi na criação da Estátua da Liberdade, o conceituado engenheiro Gustave Eiffel é escolhido para produzir uma obra para a Exposição Universal de Paris de 1889. Sentindo-se sob grande pressão e receoso de não corresponder às expectativas, entra em crise de inspiração. Mas o seu destino cruza-se com o de Adrienne Bourgès, um grande amor do passado, que lhe dará o alento de que precisava para criar a sua obra mais espectacular: uma torre de 324 metros, toda construída em metal, que se viria a transformar no grande símbolo da cidade de Paris.

Sinopse retirada de Cinecartaz:
https://cinecartaz.publico.pt/Filme/407096_eiffel

MAÂLEM OMAR HAYAT – Música Gnaoua


4 Junho - 21h30
10€ - M6

FESTIVAL TERRA MÁGICA – AL’MUTAMID O PRIMEIRO ALENTEJANO

Iniciado na música Gnaoua por Mahmoud Guinea, Maâlem Omar Hayat criou seu próprio grupo em 1991. Faz parte da nova geração de Maâlems que continuam a tradição ao mesmo tempo que se concentra nas artes cénicas.
Omar Hayat tem um estilo próprio, influenciado por diversos gêneros musicais com ênfase no reggae. Este artista único conquistou um público fiel no palco do Gnaoua e da World Music em Essaouira, assim como em outros festivais nacionais e internacionais. Omar Hayat também é um mestre da fusão, uma habilidade que demonstrou muitas vezes em Essaouira.
Alcançou a fama com Halla Kingzoo em 2011 e a Mikkel Nordso Band em 2015. Tocou em 2003 com o guitarrista Nguyên Lê, em 2008 com o trompetista Ibrahim Maalouf, e novamente em 2009 com o pianista Meddy Gerville.

Org. ALD Produções, Turismo do Alentejo e Ribatejo, Câmara Municipal de Beja e Zález Artist Collect

REVERSO pela Companhia Macarena López


3 Junho - 21h30
10€ - M6

FESTIVAL TERRA MÁGICA – AL’MUTAMID O PRIMEIRO ALENTEJANO

Baile Flamenco Contemporâneo

Macarena López é uma jovem bailarina que nasceu em Sevilha em 1990. A sua formação na área da dança começou no Conservatório Profissional de Dança "Antonio Ruíz Soler" de Sevilha, onde obteve o grau de Licenciatura.
Depois disso, integrou o elenco do Centro Andaluz de Dança de Sevilha com Rubén Olmo, Rocío Coral, Anael Martín, Andrés Marín, Lola Greco...
A sua relação “Estévez & Paños” começou graças ao espetáculo “Flamenco Hoy” de Carlos Saura, com o qual percorreram alguns dos festivais mais prestigiados do mundo, como o Festival de Jerez, a Bienal de Flamenco de Sevilha, o Festival de Jazz de Montreal, etc.
Macarena é também bailarina solista do Ballet Flamenco de Andaluzia há dois anos sob a direção de Rafael Estévez, participando nas produções de “Aquel Silverio”, “Cantera” ou “Flamencolorquiano”.

Org. ALD Produções, Turismo do Alentejo e Ribatejo, Câmara Municipal de Beja e Zález Artist Collect

RICARDO RIBEIRO & DUQUENDE – TANTO MONTA, MONTA TANTO


2 Junho - 21h30
10€ - M6

FESTIVAL TERRA MÁGICA – AL’MUTAMID O PRIMEIRO ALENTEJANO

O talento de Ricardo Ribeiro e a autêntica “gitanería” de Duquende, dois mestres de seus géneros, que se abraçam para maior glória, encontrando-se nas diferenças e investigando as afinidades.

Ficha Técnica
Faustino Nuñez Diretor Musical
Ricardo Ribeiro Voz
Duquende Voz
José Manuel Neto Guitarra Portuguesa
Carlos Manuel Proença Guitarra de Fado
Didi Pinto Baixo
Javier Patino Guitarra Flamenca
Roberto Jaen Palmas
Dani Bonilla Palmas

Org. ALD Produções, Turismo do Alentejo e Ribatejo, Câmara Municipal de Beja e Zález Artist Collect

MAIS ALTO


1 Junho - 11h00
Entrada Gratuita mediante inscrição - M6


Sessão para Escolas mediante marcação pelo telefone 284 315 090 ou por email para cultura@cm-beja.pt

Ao longo da História, sempre sonhámos com as alturas: Queremos mais. Queremos chegar mais alto. Não queremos mais isto, mas queremos muito aquilo.
Muitas vezes, ao nosso lado, estavam as canções a dizer tudo isto. A dizer coisas como: não toleramos mais o racismo. Queremos direitos iguais para homens e mulheres. Bons cuidados de saúde para todos sem exceção. Queremos mais bibliotecas. A preservação das florestas. Salários justos. Horários humanos. Coisas assim, sérias e importantes. Coisas tão altas que não se podem sussurrar.

Um espetáculo especialmente dirigido a crianças, que celebra o poder da música na expressão de ideias ou sentimentos, com vários temas históricos de artistas nacionais, com temas marcantes de José Mário Branco, Caetano Veloso, Xutos e Pontapés, B Fachada e tantos outros. Nestes concertos para os mais pequenos com música de gente grande, o objetivo passa por sensibilizar as crianças da democracia e mostra a importância da criação, trazendo aos palcos mensagens importantes para os nossos dias e que se relacionam diretamente com a nossa vida.

Ficha Técnica
Isabel Minhós | Sérgio Nascimento | Francisca Cortesão Seleção de músicas
Francisca Cortesão Voz e guitarras
Sérgio Nascimento Bateria e percussão, voz
Afonso Cabral Voz, guitarras, teclados
Inês Sousa Voz, percussão
Isabel Minhós Comentários

O LAGO DA AVENTURA


28 Maio - 16h00
8€ - M6

AURORA, a Princesa do Lago dos Quatro Cantos, foi obrigada desde pequena a viver em cima de um nenúfar. Sem pais, Aurora vai contar com a ajuda do Sapo ANTUNES para reverter os feitiços da Bruxa IZUNDA, a própria tia, que quer ser Rainha do Lago e está disposta a tudo para o conseguir! Para isso, embarca numa gigantesca aventura onde vai encontrar seres mágicos como o Mago TRUTÃO, a Lady ANÉMONA e o Caranguejo EJO.
Mas… quando tudo parecia garantido, uma surpresa pode mudar o rumo da história!
Será que a Bruxa IZUNDA vai conseguir os seus objetivos e ser a Rainha do Lago? Será que instauram a República? Aurora vai continuar a viver em cima do nenúfar?
As respostas estão nas mãos de Aurora, que terá a preciosa ajuda não só do Sapo Antunes, mas também de todos os que assistirem a “O LAGO DA AVENTURA.

Org. Genius y Meios
Apoio Câmara Municipal de Beja

GALA DA UNIVERSIDADE SÉNIOR

24 Maio - 21h00
Entrada Gratuita mediante levantamento de bilhete - M6

Org. Universidade Sénior de Beja
Apoio Câmara Municipal de Beja

 

Exposição "Os Rapazes dos Tanques" de Alfredo Cunha


De 22 Abril a 21 Maio

Alfredo de Almeida Coelho da Cunha nasceu em Celorico da Beira. Influenciado pelo pai, optou por uma carreira em fotografia de reportagem. Como repórter fotográfico começou no Notícias da Amadora, em 1971. Seguidamente, colaborou com O Século e O Século Ilustrado (1972), a Agência Noticiosa Portuguesa — ANOP (1977) e as agências Notícias de Portugal (1982) e Lusa (1987).
Cobriu, entre outros acontecimentos, o 25 de Abril de 1974, a Revolução Portuguesa, a descolonização portuguesa em Angola, Moçambique, Guiné, Cabo Verde e S. Tomé e Príncipe, o golpe de estado na Guiné-Bissau, a queda do regime comunista romeno, o fim da guerra civil em Moçambique e a guerra no Iraque em 2003.
Foi fotógrafo dos Presidentes da República António Ramalho Eanes e Mário Soares.
Foi editor de fotografia no jornal Público, no Grupo Edipresse, na revista Focus, no Comércio do Porto e no Jornal de Notícias. Colaborou com Ana Sousa Dias no programa Por Outro Lado, da RTP2. Foi diretor de fotografia da agência Global Imagens.
Atualmente, trabalha como freelancer e desenvolve vários projetos editoriais. Tem publicados vários livros de fotografia.

TONICHA - A ETERNA 'MENINA' - GALA DE HOMENAGEM


20 Maio - 21h00
10€ - M6

Equipa Artística
Direção Musical Valter Rolo
Cantores Anabela | Daniela Helena | Fernando Pardal | Mafalda Vasques
Baixo Xico Santos
Bateria Sertório Calado
Piano Valter Rolo
Teclados Pedro Vicente
Trombone Rúben da Luz
Trompetes Pedro Azevedo | Diogo Duque
Saxofones Lino Guerreiro | João Pedro

CARLOS


18 Maio - M12
Entrada Gratuita (mediante levantamento de bilhete) - 21h00

No âmbito do projeto – I Can’t Breathe

Na tentativa da relação humana não conseguimos explicar a raiva, a qual muitos reconhecem e tentam combater e outros acham apenas justo que a mesma seja motivo para que o sofrimento seja perpetuado. Da raiva nasce intolerância. A intolerância dá lugar à violência. E a violência traz segregação. Somos frutos de relações (des)humanas, do karma de gerações. E desta forma alimentamos o círculo vicioso do racismo preconceito.
E no meio desta batalha, das lágrimas, da raiva, do suor, do sangue, deste sangue, raramente paramos. “O que é que estamos a fazer?” Percebemos que apenas perpetuávamos mais mágoa, através da repetição do ciclo duma luta com vencedores, mas sem paz. Somos diferentes, sim. Mas a nossa condição humana é a mesma.

O problema é maior que branco ou preto. É a desumanidade do homem com o homem (e mulher) sempre e por toda a parte. — Grace Halsell.

Ficha Técnica
Direção Artística Catarina Branco
Dramaturgia & Criação Coreográfica Catarina Branco
Encenação Ricardo Paz
Interpretação Catarina Branco, Celso Jumpe, Marta Nema da Cunha, Ricardo Paz & Yuri da Cunha
Produção Catarina Branco
Desenho de luz Francisco Campos & Renato Alexandre Marinho
Sonoplastia/música/seleção musical Luís Aly
Cenografia Catarina Branco
Figurinos Catarina Branco & Ricardo Paz
Videografia Yuri Rodrigues
Fotografia Keveni Stphane & Pedro Figueiredo
Gestão financeira & assessoria de imprensa Filomena Moreira
Apoio à criação Direção-Geral das Artes
Apoio à residência Estúdios Victor Córdon, Jazzy Dance Studios & Casa da Dança Almada
Apoio à estreia Pax Julia – Teatro Municipal, Associação Cultural e Recreativa de Tondela, Fórum Cultural de Alcochete, Casa das Artes do Porto & Auditório Municipal de Pombal
Agradecimentos Filomena, Cláudia & Magda

ELEKTRA.25


14 Maio - 21h00
5€ / Passe Festival 30€ - M18

Integrado no FITA – Festival Internacional de Teatro do Alentejo

Pela Atalaya (Espanha)

Elektra.25" possui uma forte carga emocional devido ao seu "leit motiv" essencial que tem perdurado no tempo: a "vingança" que foi e continua a ser a origem de muitos conflitos ao longo da história da Humanidade. O objetivo da abordagem deste mito é gerar no público uma interrogação em torno da vingança e ao mesmo tempo transmitir ao espetador emoções diferentes das quotidianas; não se trata de contar a história da "Elektra" nem do espetador se identificar com uma personagem, mas sim de provocar no público a catarse que promova sensações que não podem ser vivenciadas em nenhum outro lugar ou acontecimento da vida quotidiano.
O coro é quem marca, durante quase toda a obra, o ritmo e o tom emocional. Nesse sentido, as canções étnicas e as coreografias adquirem um poder acima das próprias personagens.
A interpretação coral é uma senha muito reconhecível na linguagem da Atalaya, que neste caso projeta uma forte carga emocional devido à música popular escolhida.

Ficha Técnica
Direção e dramaturgia Ricardo Iniesta
Cenografia Ricardo Iniesta
Coreografia Juana Casado y Lucía You
Música Temas populares Balcanes, Italia, Bielorrusia...
Arranjos musicais Luis Navarro
Espaço sonoro Emilio Morales
Direção coral Marga Reyes
Desenho de luz Alejandro Conesa
Figurinos Carmen de Giles y Flores de Giles
Maquilhagem e cabelo Manolo Cortés
Ajudante de direção Sario Téllez
Assistente de direção Tiziano Giglio
Administração Rocío Reyes
Distribuição Victoria Villalta
Produção Francesca Lupo
Secretaria Macarena Gutiérrez
Comunicação Rocío Claraco
Elenco Silvia Garzón | María Sanz | Lidia Mauduit | Raúl Vera | Javier Domínguez | Garazi Aldasoro | Imasul Rodríguez | Ángela González
Duração 75 minutos

Org. Lendias d’Encantar
Apoio Câmara Municipal de Beja

HISTÓRIA DE UMA BONECA ABANDONADA


14 Maio - 18h00
5€ / Passe Festival 30€ - M3

Integrado no FITA – Festival Internacional de Teatro do Alentejo

Pela Companhia Lendias d’Encantar (Portugal)

Uma Boneca é abandonada no meio da rua pela sua dona, uma menina mimada, malcriada e um pouco arrogante. A Boneca agora está destruída e feia e a menina não gosta dela pois não soube cuidar. Outra menina, de bom coração, encontra-a e observa que ela é linda, embora esteja estragada e muito mal cuidada. Então a menina chama o seu amigo sapateiro para ajudá-la a consertar. A Boneca está como nova.
Quando a menina mimada descobre que a sua Boneca desprezada está novinha em folha e que a outra menina a tem entre os braços, ela imediatamente a quer de volta. Assim, abre-se um processo, no meio da rua, para decidir a quem pertence a Boneca. É o sábio farrapeiro que conclui a história, fazendo o famoso teste do círculo de giz. A história torna-se um símbolo de todas aquelas coisas que deixamos abandonadas e não lhes damos o cuidado que merecem.

Ficha Técnica
Obra original de Alfonso Sastre
Encenação Julio César Ramírez
Interpretação Clara Cunha | Inês Minor | Inês Romão | Sandra Maya | Yakelin Yera
Banda Sonora João Nunes
Design gráfico, figurinos e construção de cenário Ana Rodrigues
Cenografia Ana Rodrigues e Julio César Ramirez
Direção Técnica Ivan Castro
Produção Executiva Vitor Alegria
Assistentes de Produção Clara Cunha, Inês Minor, Sandra Maya e Yakelin Yera
Estagiária Inês Romão
Tradução Egito Gonçalves
Agradecimento especial Casa da Cultura de Beja, Filandorra – Teatro do Nordeste e Inês Smee
Estrutura financiada por República Portuguesa / Direção-geral das Artes
Duração 45 minutos

Org. Lendias d’Encantar
Apoio Câmara Municipal de Beja

CRIATURAS DOMÉSTICAS


13 Maio - 18h00
5€ / Passe Festival 30€ - M14
Galeria do Desassossego

Integrado no FITA – Festival Internacional de Teatro do Alentejo

Por Lucia Trentini (Espanha)

CRIATURAS DOMÉSTICAS é o resultado de um processo de pesquisa desenvolvido na cave de um hotel. Uma experiência teatral que busca o contato íntimo e o diálogo direto com o espectador que é desenvolvido exclusivamente para um teatro de pequenas dimensões.
Uma tragicomédia inspirada em "The Maids" de Jean Genet que percorre as áreas mais obscuras das relações humanas, abordando como eixo os temas da violência, amor cego e a submissão.
Uma comédia grotesca com uma subtil crítica à sociedade elitista, coloca em cena três mulheres domésticas em sua situação de escravidão. Através do humor essas mulheres narram os acidentes domésticos que podem acontecer e as ações que se tornariam em mortes ridículas, expressando assim o desejo de matar suas patroas que abusam do poder social que detêm. Dividido em três pequenos atos que dão ritmo à peça, é a forma de entrarmos no universo doméstico dessas criaturas.

Ficha Técnica
Interpretação Begoña Caparròs | Gloria Albalate | Lucia Trentini
Direção e dramaturgia Lucia Trentini
Produção Lucia Acuña
Duração 50 minutos

Org. Lendias d’Encantar
Apoio Câmara Municipal de Beja

JOSEFINA LA GALLINA PUSO UN HUEVO EN LA COCINA


13 Maio - 21h00
5€ / Passe Festival 30€ - M14

Integrado no FITA – Festival Internacional de Teatro do Alentejo

Pela VACA 35 (México)

Um ator que migra, uma jornada de vida, que entende a sua condição de galinha e a partir daí abre as suas asas e solta o seu corpo para colocar milhares de ovos, refugiar-se neles e considera-os como seus filhos, como as suas lembranças, como os seus anseios, como as suas perdas, o passado e o trajeto para fugir do medo e tentar voar, mesmo sendo um pássaro de curral.
Olhar para um ponto fixo no vazio até que as lágrimas te assaltem. Um rosto perturbado. Ser-se um vazio completo. Migrar para o outro lado, mesmo que as galinhas não possam voar.
Ser um vazio completo.
Talvez em qualquer caso, esta seja uma investigação sobre o amor e a solidão.

Ficha Técnica
Autor Creación colectiva de Vaca 35 Teatro
Elenco José Rafael Flores (actor) | Alberto Rosas (música original)
Direção Diana Magallón
Dramaturgista Damián Cervantes*
Desenho do espaço Natalia Sedano
Desenho de iluminação Damián Cervantes*
Assistente de direção Mari Carmen Ruiz
Produção executiva José Rafael Flores
Produção Vaca 35 Teatro en Grupo
Duração 50 minutos
*Miembro del Sistema Nacional de Creadores del Arte

Org. Lendias d’Encantar
Apoio Câmara Municipal de Beja

ÁS OITO DA TARDE, CANDO MORREN AS NAIS


12 Maio - 21h00
5€ / Passe Festival 30€ - M16

Integrado no FITA – Festival Internacional de Teatro do Alentejo

Pelo Centro Dramático Galego (Espanha)

Ás oito da tarde, cando morren as nais é uma canção coral sustentada no vácuo, uma peça irônica sobre a relação entre o teatro e sua receção.
Aqui, a busca pela identidade individual, abrigada pela massa superficial e ignorante, que se gaba de saberes inúteis, mostra-se indecente. Num teatro, lugar (supostamente) de encontro, assistimos ao espetáculo da estupidez. E por baixo de todo o insulto: nós. Tão pequenos, tão perigosos...

Ficha Técnica
Texto AveLina Pérez
Direção e dramaturgia Marta Pazos
Elenco Camila Bossa | Sabela Domínguez | Xosé Manuel Esperante | Davide González | María Llanderas | Alba Loureiro | Toni Salgado
Movimento Rut Balbís
Espaço sonoro Hugo Torres
Iluminação Nuno Meira
Cenografia Blanca Añón
Figurinos Pier Paolo Álvaro
Caracterização Esther Quintas
Assistente de Direção Iria Azevedo
Assistente de cenografia Pablo Chaves Maza
Assistente de Figurinos Roger Portal Cervera
Assistente de Produção Xandre Vázquez
Duração 75 minutos

Org. Lendias d’Encantar
Apoio Câmara Municipal de Beja

BARRIO CALEIDOSCOPIO


11 Maio - 21h00
5€ / Passe Festival 30€ - M16

Integrado no FITA – Festival Internacional de Teatro do Alentejo

Pelo Teatro de la Vuelta (Equador)

Alfonsito acorda pois quer ir à loja comprar um ou dois pães. Para conseguir isso, ele deve enfrentar os seus múltiplos e extravagantes medos. Finge ser como todo o mundo, como as pessoas “normais”, e deixa a sua casa meticulosamente organizada e empoeirada. Ele tem que navegar rapidamente pela rua vazia evitando as brincadeiras dos seus "amigos", a melancolia dos varredores de rua e o encontro com a sua velha amiga Magalita, a maquiavélica. E, sobretudo, evitar a explosão do músculo vermelho dentro do seu peito ao receber seu saco de pão.

Ficha Técnica
Direção Artística Gonzalo Gonzalo
Desenho Gráfico, Cenografia e Vestuário Virginia Cordero A.
Música Original Miguel Sevilla
Ilustração de poster Allan Jeffs
Assistência Coreográfica Frédérique Roze
Vídeo Ñukanchik People
Desenho de Iluminação Jorge Gutiérrez Y Carlos Gallegos
Técnico de Iluminação Jorge Gutiérrez
Fotos Mateo García
Produção Geral Jaime Garrido Y Carlos Gallegos
Texto, Atuação, Direção Geral e Posta em Cena Carlos Gallegos
Duração 60 minutos

Org. Lendias d’Encantar
Apoio Câmara Municipal de Beja

PIANO BLANCO


10 Maio - 18h00
5€ / Passe Festival 30€ - M16

Integrado no FITA – Festival Internacional de Teatro do Alentejo

Pela Companhia Jimena González (Espanha)

Em 1961, Marilyn Monroe foi internada por engano num hospital psiquiátrico e, segundo suas próprias palavras, a sua estadia lá foi uma das performances mais maravilhosas da sua carreira. Diz a lenda que ela tentou mostrar o erro através das suas ferramentas de atuação, mas só três dias depois a falha foi reconhecida. Este acontecimento é talvez um dos acontecimentos menos conhecidos da história do ícone e nesta obra é ela própria quem é honesta e narra com as suas próprias palavras aqueles míticos e desconhecidos dias de confinamento.
PIANO BLANCO é uma pausa musical com um dos maiores ícones da história e um encontro muito próximo com uma mulher que se busca a si mesma.

Ficha Técnica
Ideia Original e interpretação Jimena González
Música e letras Juan Pablo Schapira
Livro e direção Marcelo Caballero
Pianista Dustin Calderón
Desenho de luz, técnico de som e projeção Gabriel Ascorti
Cenografia Fernando Muratori
Produção executiva Alejandra Bini
Duração 55 minutos

Org. Lendias d’Encantar
Apoio Câmara Municipal de Beja

FEMMES


10 Maio - 21h00
5€ / Passe Festival 30€ - M12

Integrado no FITA – Festival Internacional de Teatro do Alentejo

Pelo CEDAM – Centro Extremeño de Danza y Artes del Movimiento (Espanha)

Femmes é um espetáculo de dança-teatro sobre a realidade do universo feminino. Percorre diferentes estados emocionais, contradições e papéis sociais atribuídos às mulheres a partir de uma estética contemporânea e de um vocabulário novo e próximo.
Através da dança, a música e a palavra, "Femmes" joga com simbolismos e ideias preconcebidas associadas às mulheres: saltos altos, estética, pureza, maternidade, etc., assim como realidades sociais impostas ao subconsciente coletivo, a fim de fazer com que o público reflita sobre a sua autenticidade ou não.
Femmes é uma oportunidade para investigar em diferentes linguagens da dança moderna e contemporânea, bem como dança-teatro, pois mistura naturalmente diferentes estilos e linguagens de movimento, fazendo-o chegar ao espectador de uma forma próxima, fresca, atual, e também poética e excitante.
Femmes pretende introduzir-nos num universo de almas femininas fortes e lutadoras, que também procuram transformar a sua própria individualidade na unidade de uma sociedade igualitária.

Ficha Técnica
Direção e Coreografia María Lama
Interpretação María Lama | Laura Jial
Música Vivaldi
Adaptação Musical José Francisco Lama Barquero
Sonorização Koke Rodríguez
Desenho e Iluminação Javi Mata
Fotografia Andrés Rodríguez González
Design Gráfico João Custódio
Produção Cía. María Lama y Centro Extremeño de Danza e Artes del Movimiento
Duração 58 minutos

Org. Lendias d’Encantar
Apoio Câmara Municipal de Beja

FOI POR ESSE AMOR

9 Maio - 18h00
5€ / Passe Festival 30€ - M12

Integrado no FITA – Festival Internacional de Teatro do Alentejo

Por João Guisande (Brasil)

Pai e filho. O teatro como elo. Histórias e memórias unindo as narrativas de personagens do cotidiano soteropolitano integram um espetáculo em que se é convocado para refletir sobre as relações, especialmente as familiares.
Em cena o experiente e premiado ator João Guisande (Melhor ator – prémio Braskem de teatro 2015 e 2018 – Melhor ator – Festival de Blumenau 2013) contracena com o pai, António Roque, coronel aposentado da polícia militar da Bahia.
A obra traz a relação entre pai e filho em diversas circunstâncias. Conta do amor de ambos pelo carnaval, passa pelas dúvidas e medos da infância, juventude e velhice, pela rivalidade no futebol – António (Bahia) e João (Vitória), por canções que os movem. Foi por esse Amor, que se põe no palco um coronel da polícia que, através da sua primeira experiência como ator, fala também sobre a vida após a aposentadoria.
Suavemente o público é convidado a relembrar, reviver e recuperar suas próprias histórias familiares, valorizando este afeto único. É amor com muito humor.

Ficha Técnica
Texto e Direção João Guisande
Interpretação António Roque | João Guisande
Trilha sonora Ronei Jorge
Iluminação Allison de Sá
Figurino Fernanda Beltrão e João Guisande
Designer gráfico LadoB (Belmiro Neto e Pat Simplício)
Fotos Diney Araújo
Duração 60 minutos

Org. Lendias d’Encantar
Apoio Câmara Municipal de Beja

PAUSA FORÇADA


9 Maio - 21h00
5€ / Passe Festival 30€ - M12

Integrado no FITA – Festival Internacional de Teatro do Alentejo

Pela CADAC (Portugal)

Vontade de abraçar, dançar, beijar, e não poder. Querer seguir, sair, mexer e não conseguir. Colocamos o mundo em pausa com todos nós dentro. Pausas forçadas que nos fazem viver a mesma coisa repetidamente sem perceber. Quatro personagens tentam mobilizar suas vidas forçadas a pausar, usando todos os recursos possíveis para retomar os rituais e afetos interrompidos. Bancos de bar e malas transformam seus corpos, seus movimentos e a geografia do espaço.

Ficha Técnica
Direção e dramaturgia Marianela Boán
Direção Técnica Ivan Castro
Cenografia e Figurinos Ana Rodrigues e Elsa Morgadinho
Coreografia Marianela Boán com a colaboração dos intérpretes
Intérpretes Laura Ríos | Mariela Tolentino | Abel Rojo | Wilmer Minyety
Música Paisagem sonora
Produção CADAC
Duração 55 minutos

Org. Lendias d’Encantar
Apoio Câmara Municipal de Beja

MÁQUINA DE ENCARNAR


8 Maio - 21h00
5€ / Passe Festival 30€ - M16

Integrado no FITA – Festival Internacional de Teatro do Alentejo

Pela ASTA Teatro (Portugal)

Caro espectador, o espetáculo começa dentro de momentos.
Esperamos que esteja confortavelmente sentado e que a catarse que se segue seja do seu agrado. No teatro, como na vida, somos potenciais espectadores de histórias por contar. Sentados em cadeiras numeradas observamos o que acontece, aos outros. Vivemos sequiosos de boas histórias, de ser surpreendidos com tragédias, comédias, com alguém que grite de desejo ou sofrimento o suficiente para nos prender à cadeira. Estamos dispostos a acreditar que ficar sentado, confortável a observar, é o grande privilégio de ser espectador. É o ato teatral em todo seu esplendor!
MÁQUINA DE ENCARNAR é um espetáculo performativo de ato único que explora o paradoxo e a violência das relações entre os seres humanos. É uma MÁQUINA que quer transformar um ato teatral passivo numa manifestação artística de alerta! Uma luta num espaço fechado, desonesta, onde a vítima já está escolhida.
Assumimos esta proposta artística consciente de que o teatro tem de desempenhar um papel ativo na luta contra a violência, seja ela qual for. Que deve acrescentar o seu olhar sensível e a sua voz amplificada a esta luta. Pensamos que é possível através do teatro e da arte, criar novas formas de reflexão, de ação, alternativas aos discursos de domínio patriarcal. A arte deve encarnar novas possibilidades de representação de género, que sirva de resistência e empoderamento, que permitam a todas as pessoas construir uma nova história. A sua.
Quatro intérpretes e dois músicos assumem um lado da história. Do outro lado, filas de cadeiras numeradas esperam por espectadores, para um ato teatral que os faça vibrar.
A MÁQUINA DE ENCARNAR está pronta, mas os atos mais profundos de ação e resistência começam quando o espetáculo termina.
Bom espetáculo.

Ficha Técnica
Encenação Marco Ferreira
Assistente de encenação Adriana Pais
Apoio cénico Marta Marques
Texto Coletivo
Interpretação Edmilson Gomes | Carmo Teixeira | Marina Schneider | Sérgio Novo
Músicos Renato Gonçalves e Telmo Moura
Composição musical Ritmo Estúdio
Desenho de luz Marco Ferreira
Operação técnica Bruno Esteves
Assistência Técnica João Cantador
Figurinos Inês Santos
Design Gráfico Joana Mundana
Produção Executiva e Comunicação Rui Pires
Assistente de Produção e Comunicação Helena Ribeiro
Estrutura financiada por República Portuguesa / Direção-geral das Artes
Duração 55 minutos

Org. Lendias d’Encantar
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PORTUGAL NÃO É UM PAÍS PEQUENO


7 Maio - 21h00
5€ / Passe Festival 30€ - M12

Integrado no FITA – Festival Internacional de Teatro do Alentejo

Pelo Hotel Europa (Portugal)

Espetáculo de teatro documental que reflete sobre a ditadura e a presença portuguesa em África, em particular a vida dos antigos colonos portugueses através dos seus testemunhos reais.
O texto deste espetáculo foi criado através de um processo de verbatim, que significa copiado palavra por palavra, o que se traduziu na escrita de um texto de teatro que utiliza fielmente as palavras das pessoas entrevistadas sobre a sua vida em África no Período Colonial Português.
A metodologia seguida combinou a recolha de testemunhos dessas pessoas e uma detalhada pesquisa historiográfica, criando um texto que retrata a complexidade da história recente em Portugal, no caso do fim do colonialismo português.
Com este trabalho quero investigar histórias reais que se tornaram memórias e que com o tempo foram herdadas; estou interessado em situações onde as pessoas reais contribuem para contestar e reconstruir identidades culturais; estou interessado na forma como o teatro pode contribuir para a reescrita da história, dando voz a um grupo silenciado, trabalhando assim na transmissão da memória entre gerações.

Ficha Técnica
Criação e Interpretação André Amálio
Assistência de Encenação/Coreografia Tereza Havlíčková
Criação musical e Interpretação Pedro Salvador
Cenografia Pedro Silva
Produção Hotel Europa
Apoio Fundação Calouste Gulbenkian, EGEAC, Largo Residências, Teatro do Silêncio
Imagens e vídeo Maria Joana Figueiredo
Especial agradecimento a todos os entrevistados e entrevistadas
Duração 90 minutos

Org. Lendias d’Encantar
Apoio Câmara Municipal de Beja